Por Sagran Carvalho.
Amigos,
Hoje a correria foi grande, além do trabalho que paga as contas no final do mês, ainda consegui escrever um artigo sobre o maior naufrágio da história, vale dar uma lida no artigo.
Não iria escrever mais hoje, porém ao dar uma olhada no noticiário, e com a ajuda do amigo Valter Ordones Manoel, que publicou a matéria do Estadão num grupo de debates do qual participo no Facebook, senti-me obrigado a escrever algumas palavras, mesmo que rápidas.
O título da matéria publicada é o seguinte:
"Índios vendem direitos sobre terras na Amazônia."
O título por si só já revela o absurdo e o crime cometido contra o Estado brasileiro por índios e empresas alienígenas aos interesses brasileiros.
A matéria revela que índios da etnia mundurucu venderam a uma empresa estrangeira os direitos de uso de uma parte de sua reserva por 30 anos pelo valor de US$ 120 milhões. Segundo consta na reportagem a área negociada teria o tamanho equivalente a 16 vezes o tamanho do município de São Paulo.
Nesta área os indígenas não podem extrair nada sem autorização da Celestial Green Ventures, a compradora dos direitos de exploração da área. Segundo apurado pelo Estadão, esta empresa vende créditos de carbono no mercado internacional. A matéria cita também que esta empresa alega ter fechado outros 16 contratos, que equivalem a cerca de 200.000 km2, o que a torna responsável por uma área equivalente quase ao tamanho do Estado de São Paulo, e tudo isto com conhecimento da FUNAI. O link da matéria está aqui: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,indios-vendem-direitos-sobre-terras-na-amazonia,846989,0.htm
Agora chego à pergunta que deu título à este post.
Para que serve esta política? Quais os verdadeiros interesses por trás de uma política que fere descaradamente a soberania nacional? Quem são estas empresas e Ongs que se aproveitam deste vácuo de poder e seduzem etnias inteiras com migalhas para exploração de suas terras? Quem elas representam e o que querem?
E o pior nisto tudo, é que ainda contam com amparo do Supremo, que ao aprovar a Reserva Raposa Serra do Sol, abriu um precedente perigoso para absurdos como este.
Tenho minhas desconfianças, e creio que logo ouviremos líderes indígenas solicitarem a órgãos como a ONU a independência de seus territórios, em nome da defesa de suas culturas e pela ausência do Estado, claro, contando com amplo apoio de Ongs e empresas deste tipo. Não podemos ficar impassíveis a um descalabro desta envergadura.
O General Augusto Heleno já denunciava este crime a um bom tempo, e agora, creio que a situação realmente caminha para um grave problema estratégico.
Não nos calemos.
Amigos,
Hoje a correria foi grande, além do trabalho que paga as contas no final do mês, ainda consegui escrever um artigo sobre o maior naufrágio da história, vale dar uma lida no artigo.
Não iria escrever mais hoje, porém ao dar uma olhada no noticiário, e com a ajuda do amigo Valter Ordones Manoel, que publicou a matéria do Estadão num grupo de debates do qual participo no Facebook, senti-me obrigado a escrever algumas palavras, mesmo que rápidas.
O título da matéria publicada é o seguinte:
"Índios vendem direitos sobre terras na Amazônia."
O título por si só já revela o absurdo e o crime cometido contra o Estado brasileiro por índios e empresas alienígenas aos interesses brasileiros.
A matéria revela que índios da etnia mundurucu venderam a uma empresa estrangeira os direitos de uso de uma parte de sua reserva por 30 anos pelo valor de US$ 120 milhões. Segundo consta na reportagem a área negociada teria o tamanho equivalente a 16 vezes o tamanho do município de São Paulo.
Nesta área os indígenas não podem extrair nada sem autorização da Celestial Green Ventures, a compradora dos direitos de exploração da área. Segundo apurado pelo Estadão, esta empresa vende créditos de carbono no mercado internacional. A matéria cita também que esta empresa alega ter fechado outros 16 contratos, que equivalem a cerca de 200.000 km2, o que a torna responsável por uma área equivalente quase ao tamanho do Estado de São Paulo, e tudo isto com conhecimento da FUNAI. O link da matéria está aqui: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,indios-vendem-direitos-sobre-terras-na-amazonia,846989,0.htm
Agora chego à pergunta que deu título à este post.
Para que serve esta política? Quais os verdadeiros interesses por trás de uma política que fere descaradamente a soberania nacional? Quem são estas empresas e Ongs que se aproveitam deste vácuo de poder e seduzem etnias inteiras com migalhas para exploração de suas terras? Quem elas representam e o que querem?
E o pior nisto tudo, é que ainda contam com amparo do Supremo, que ao aprovar a Reserva Raposa Serra do Sol, abriu um precedente perigoso para absurdos como este.
Tenho minhas desconfianças, e creio que logo ouviremos líderes indígenas solicitarem a órgãos como a ONU a independência de seus territórios, em nome da defesa de suas culturas e pela ausência do Estado, claro, contando com amplo apoio de Ongs e empresas deste tipo. Não podemos ficar impassíveis a um descalabro desta envergadura.
O General Augusto Heleno já denunciava este crime a um bom tempo, e agora, creio que a situação realmente caminha para um grave problema estratégico.
Não nos calemos.
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