Amigos, sei que o título deste artigo é meio estranho. Mas já irão entender.
Ontem na TV argentina C5N o programa Longobardi ao Vivo foi tirado do ar abruptamente. Se trata de um programa de entrevistas apresentado por Marcelo Longobardi.
A retirada ocorreu porque o entrevistado era o Sr. Alberto Fernández, ex-chefe de Gabinete Civil do governo Kirchner, que durante a entrevista relatava sobre as "inconsistências do programa fiscal" de Cristina Kirchner, que elevou os gastos públicos de 23% para 45% do PIB. Ele disse que dois artigos enviados ao Congresso argentino que visam manter a segurança fiscal, visando acabar com a lei de conversabilidade são de fato medidas para atenuar as dificuldades financeiras do governo: " Tudo é falso, e a grande verdade é que o governo está com a questão fiscal enforcada."
No momento em que ele revelaria os bastidores da briga entre a Casa Rosada e a petrolífera YPF e as demais empresas do setor, que sofrem pressão para aumentar seus investimentos no país, o programa foi retirado do ar.
O presidente da emissora, alegou que o programa havia extrapolado o horário, mas fontes internas revelaram que a emissora já havia recebido telefonemas do governo com reclamações sobre a entrevista anterior, com o jornalista Jorge Assis, que ocupou cargos públicos no governo Menem, além do fato de que no dia anterior, a presidente Cristina Kirchner ter atacado dois jornalistas do Clarín e La Nacion, acusando-os de "nazistas e anti-semitas" por artigos de opinião que publicaram.
Se lembramos também, que o governo controla a distribuição de papel para jornal na argentina, e que volta e meia ameaça os meios de comunicação opositores de retaliações, temos a certeza de que os valores democráticos por lá só se aplicam aos aliados e à parte da imprensa "oficial".
Por aqui, nossos líderes de vez em quando tentam criar meios de controlar a imprensa, intento este, que até o momento não obteve êxito, mas que não deixou ainda de ser um objetivo a ser alcançado, tendo como líder o PT, que conta com o apoio de alguns aliados.
O modelo do relacionamento imprensa x governo a ser perseguido pelas nossas lideranças, é o utilizado nas "democracias" da Argentina, Equador e Venezuela.
Espero que fiquem só no intento.
Com informações da AE/AP.
Ontem na TV argentina C5N o programa Longobardi ao Vivo foi tirado do ar abruptamente. Se trata de um programa de entrevistas apresentado por Marcelo Longobardi.
A retirada ocorreu porque o entrevistado era o Sr. Alberto Fernández, ex-chefe de Gabinete Civil do governo Kirchner, que durante a entrevista relatava sobre as "inconsistências do programa fiscal" de Cristina Kirchner, que elevou os gastos públicos de 23% para 45% do PIB. Ele disse que dois artigos enviados ao Congresso argentino que visam manter a segurança fiscal, visando acabar com a lei de conversabilidade são de fato medidas para atenuar as dificuldades financeiras do governo: " Tudo é falso, e a grande verdade é que o governo está com a questão fiscal enforcada."
No momento em que ele revelaria os bastidores da briga entre a Casa Rosada e a petrolífera YPF e as demais empresas do setor, que sofrem pressão para aumentar seus investimentos no país, o programa foi retirado do ar.
O presidente da emissora, alegou que o programa havia extrapolado o horário, mas fontes internas revelaram que a emissora já havia recebido telefonemas do governo com reclamações sobre a entrevista anterior, com o jornalista Jorge Assis, que ocupou cargos públicos no governo Menem, além do fato de que no dia anterior, a presidente Cristina Kirchner ter atacado dois jornalistas do Clarín e La Nacion, acusando-os de "nazistas e anti-semitas" por artigos de opinião que publicaram.
Se lembramos também, que o governo controla a distribuição de papel para jornal na argentina, e que volta e meia ameaça os meios de comunicação opositores de retaliações, temos a certeza de que os valores democráticos por lá só se aplicam aos aliados e à parte da imprensa "oficial".
Por aqui, nossos líderes de vez em quando tentam criar meios de controlar a imprensa, intento este, que até o momento não obteve êxito, mas que não deixou ainda de ser um objetivo a ser alcançado, tendo como líder o PT, que conta com o apoio de alguns aliados.
O modelo do relacionamento imprensa x governo a ser perseguido pelas nossas lideranças, é o utilizado nas "democracias" da Argentina, Equador e Venezuela.
Espero que fiquem só no intento.
Com informações da AE/AP.
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