Por Sagran Carvalho.
Militar norte-americano afirmou que Flame seria produzido nos Estados Unidos
O governo de Israel negou qualquer responsabilidade sobre a produção do supervírus de computador Flame, descoberto pela empresa russa Kaspersky Lab. A manifestação israelense aconteceu pouco depois da divulgação da entrevista do Ministro de Assuntos Estratégicos de Israel, Moshé Ya'alon, que justificou um possível ciberataque contra o Irã, utilizando este tipo de arma virtual.
O representante do governo de Israel negou qualquer envolvimento do país com o supervírus Flame, que teria infectado milhares de alvos no Oriente Médio e, segundo especialistas em segurança digital, foi patrocinado por algum governo.
Em declarações à Rádio do Exército de Israel, Moshé Ya'alon disse que “poucos países ocidentais têm alta capacidade tecnológica, ao mesmo tempo em que consideram grave a ameaça nuclear iraniana." O Ministro também declarou que qualquer país que considere grave a ameaça nuclear iraniana poderia tomar a iniciativa de reagir com um arma como o vírus Flame.
No entanto, o porta-voz do governo disse que não há uma só passagem na entrevista do Ministro em que ele tenha declarado a responsabilidade de Israel pela produção ou pela concepção do vírus.
Para aumentar ainda mais o estardalhaço em torno do Flame, uma autoridade militar dos Estados Unidos deu entrevista à rede de televisão NBC, em total anonimato, dizendo que um vírus com tão elevado grau de sofisticação tecnológica só poderia ter como origem os Estados Unidos. O Pentágono e o governo norte-americano não comentaram as declarações do militar.
Diário da Rússia.

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