Por Sagran Carvalho.
"A Rússia e a China são resolutamente contrárias a tentativas para tentar resolver a crise na Síria por meio de uma intervenção militar estrangeira, assim como a fim de impor (...) uma mudança de regime", diz o comunicado.
Essa declaração foi feita poucas horas antes de uma reunião em Istanbul da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, com os aliados turco, francês e britânico dos Estados Unidos e com certos ministros árabes para falar da crise síria.
A comunidade internacional não consegue ultrapassar suas divergências sobre o tema. Moscou e Pequim rejeitam qualquer interferência nas questões internas sírias, enquanto os ocidentais e certos países árabes querem uma transição política que culmine com a saída do presidente Bashar al-Assad.
O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, que acompanhou Putin a Pequim, alertou que uma mudança de regime pela força poderia conduzir a região a uma "catástrofe" e considerou " muito arriscado" que a oposição "peça cada vez mais à comunidade internacional que derrube o regime de Assad".
A China e a Rússia pediram ainda uma nova conferência internacional sobre a Síria para "chegar a um acordo e seguir, honestamente e sem ambiguidades, o plano" do emissário internacional Kofi Annan, que prevê um cessar-fogo e um diálogo político, mas que até o momento não teve resultados práticos.
Kofi Annan deve falar nesta quinta-feira diante do Conselho de Segurança e da Assembleia Geral das Nações Unidas, mas segundo diplomatas ele começa a vislumbrar a possibilidade de fracasso do seu plano e deseja que a comunidade internacional utilize toda a sua capacidade de persuasão para fazer com que ele seja respeitado ou encontre um "plano B".
Pequim e Moscou são os principais apoios do poder sírio, tendo vetado duas resoluções do Conselho de Segurança da ONU condenando o regime de Assad.
China e Rússia também se declararam contrárias ao uso de "força militar" e às "sanções unilaterais" contra o Irã, enfatiza o comunicado, divulgado depois que o presidente russo Vladimir Putin encontrou os dirigentes chineses.
RFI.
Essa declaração foi feita poucas horas antes de uma reunião em Istanbul da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, com os aliados turco, francês e britânico dos Estados Unidos e com certos ministros árabes para falar da crise síria.
A comunidade internacional não consegue ultrapassar suas divergências sobre o tema. Moscou e Pequim rejeitam qualquer interferência nas questões internas sírias, enquanto os ocidentais e certos países árabes querem uma transição política que culmine com a saída do presidente Bashar al-Assad.
O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, que acompanhou Putin a Pequim, alertou que uma mudança de regime pela força poderia conduzir a região a uma "catástrofe" e considerou " muito arriscado" que a oposição "peça cada vez mais à comunidade internacional que derrube o regime de Assad".
A China e a Rússia pediram ainda uma nova conferência internacional sobre a Síria para "chegar a um acordo e seguir, honestamente e sem ambiguidades, o plano" do emissário internacional Kofi Annan, que prevê um cessar-fogo e um diálogo político, mas que até o momento não teve resultados práticos.
Kofi Annan deve falar nesta quinta-feira diante do Conselho de Segurança e da Assembleia Geral das Nações Unidas, mas segundo diplomatas ele começa a vislumbrar a possibilidade de fracasso do seu plano e deseja que a comunidade internacional utilize toda a sua capacidade de persuasão para fazer com que ele seja respeitado ou encontre um "plano B".
Pequim e Moscou são os principais apoios do poder sírio, tendo vetado duas resoluções do Conselho de Segurança da ONU condenando o regime de Assad.
China e Rússia também se declararam contrárias ao uso de "força militar" e às "sanções unilaterais" contra o Irã, enfatiza o comunicado, divulgado depois que o presidente russo Vladimir Putin encontrou os dirigentes chineses.
RFI.
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