Por Sagran Carvalho.
O governo português recebeu sinal verde dos credores europeus e do Fundo Monetário Internacional (FMI) para receber a quinta parcela do plano de 78 bilhões de euros de ajuda ao país. A missão de técnicos que examinou as contas públicas portuguesas, na quarta avaliação trimestral sobre a aplicação do plano de rigor, liberou o pagamento da parcela de 4,1 bilhões de euros.
Segundo o ministro das Finanças Vitor Gaspar, apesar do agravamento da situação externa, Portugal cumpriu as metas fixadas e deve fechar o ano com déficit público em 4,5% de seu Produto Interno Bruto (PIB). As medidas de austeridade adotadas até agora mergulharam o país na recessão, a economia deve retrair 3% esse ano, mas a previsão é que Portugal volte a crescer no ano que vem, pelo menos 0,2%.
O governo português também anunciou que vai injetar 6,65 bilhões de euros em três grandes bancos do país, o Banco Comercial Português, o Banco Português de Investimentos, ambas instituições privadas, além do banco estatal Caixa Geral de Depósitos. A ajuda faz parte do programa já previsto de adaptação dessas instituições financeiras às reservas de capital exigidas pela Autoridade Bancária Europeia.
RFI.
Segundo o ministro das Finanças Vitor Gaspar, apesar do agravamento da situação externa, Portugal cumpriu as metas fixadas e deve fechar o ano com déficit público em 4,5% de seu Produto Interno Bruto (PIB). As medidas de austeridade adotadas até agora mergulharam o país na recessão, a economia deve retrair 3% esse ano, mas a previsão é que Portugal volte a crescer no ano que vem, pelo menos 0,2%.
O governo português também anunciou que vai injetar 6,65 bilhões de euros em três grandes bancos do país, o Banco Comercial Português, o Banco Português de Investimentos, ambas instituições privadas, além do banco estatal Caixa Geral de Depósitos. A ajuda faz parte do programa já previsto de adaptação dessas instituições financeiras às reservas de capital exigidas pela Autoridade Bancária Europeia.
RFI.

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