Por Sagran Carvalho.
Egípcios comemoram sentença de Moubarak e protestam contra absolvição de chefes da polícia, neste sábado, no Cairo.
Reuters
Ao lado da satisfação pela condenação à prisão perpétua de Moubarak, que escapou da pena de morte, as absolvições dos chefes da polícia provocaram uma onda de protestos e indignação geral e levaram milhares de pessoas a manifestar na praça Tahrir, no centro do Cairo, assim como em diversas cidades do Egito.
Em Alexandria, cerca de 5.000 pessoas protestaram;em Ismailiya, no Canal de Suez, 1.500 egípcios reuniram-se revoltados, assim como em Suez, no leste da capital.
Um dos candidatos do segundo turno das eleições presidenciais de 16 e 17 de junho, o islamita Mohammed Morsi, da Irmandade Muçulmana, classificou o processo de farsa e pediu um novo julgamento, avisando, ao mesmo tempo, que seu partido vai organizar um manifestação popular. Outros candidatos eliminados no primeiro turno de 23 e 24 de maio também denunciaram a clemência recebida pela alta hierarquia da polícia que não somente dirigiu as operações que levaram às mortes dos manifestantes, como também sustentou a repressão e a arbitrariedade nos trinta anos de ditadura de Moubarak.
Para a ONG Humans Right Watch, o veredicto de hoje continua a proteger a impunidade do ministério do Interior na violência contra o povo que saiu às ruas para protestar contra o regime.
Os dois filhos de Moubarak, Alaa et Gamal, julgados por corrupção, também foram absolvidos.
Recurso
Juristas e militantes não descartam a possibilidade da sentença de Moubarak ser suavizada ou até mesmo cancelada pela Corte Suprema. O advogado de Hosni Moubarak anuncio que vai recorrer da decisão.
Saúde
A saúde de Hosni Moubarak piorou depois do julgamento. Ele está sob cuidados médicos no Hospital Militar em que está detido desde fevereiro de 2011.
RFI.
Em Alexandria, cerca de 5.000 pessoas protestaram;em Ismailiya, no Canal de Suez, 1.500 egípcios reuniram-se revoltados, assim como em Suez, no leste da capital.
Um dos candidatos do segundo turno das eleições presidenciais de 16 e 17 de junho, o islamita Mohammed Morsi, da Irmandade Muçulmana, classificou o processo de farsa e pediu um novo julgamento, avisando, ao mesmo tempo, que seu partido vai organizar um manifestação popular. Outros candidatos eliminados no primeiro turno de 23 e 24 de maio também denunciaram a clemência recebida pela alta hierarquia da polícia que não somente dirigiu as operações que levaram às mortes dos manifestantes, como também sustentou a repressão e a arbitrariedade nos trinta anos de ditadura de Moubarak.
Para a ONG Humans Right Watch, o veredicto de hoje continua a proteger a impunidade do ministério do Interior na violência contra o povo que saiu às ruas para protestar contra o regime.
Os dois filhos de Moubarak, Alaa et Gamal, julgados por corrupção, também foram absolvidos.
Recurso
Juristas e militantes não descartam a possibilidade da sentença de Moubarak ser suavizada ou até mesmo cancelada pela Corte Suprema. O advogado de Hosni Moubarak anuncio que vai recorrer da decisão.
Saúde
A saúde de Hosni Moubarak piorou depois do julgamento. Ele está sob cuidados médicos no Hospital Militar em que está detido desde fevereiro de 2011.
RFI.

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